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Governo
27-04-2024
Fonte: CIPRA
ANGOLANOS NA DIÁSPORA
Executivo envida esforços para facilitar acesso à documentação
<p>O Presidente da República de Angola, João Lourenço, garantiu que o Executivo está a fazer esforços para que todos os angolanos na diáspora possam ter bilhete de identidade e passaporte, e fazerem prova de que são realmente angolanos.</p><p>Na sua breve intervenção no jantar de confraternização com a comunidade angolana residente em Portugal esta sexta-feira, 26 de Abril, em Lisboa (Portugal), João Lourenço afirmou que todos os angolanos devem ter os mesmos direitos e obrigações, independentemente de viverem ou não em Angola.</p><p>A distância entre os angolanos residentes do país e no estrangeiro deve ser encurtada, cada vez mais, segundo o Presidente João Lourenço.</p><p>“Este é o sentimento que nós queremos transmitir às nossas comunidades residentes no exterior, no caso concreto aqui em Portugal”, sublinhou.</p><p>O Presidente da República recordou que, pela primeira vez, os angolanos no exterior puderam exercer o seu direito constitucional, de votar e serem eleitos, e contribuir para a consolidação da democracia, sendo um sinal dado, a partir das últimas eleições, de que os angolanos são angolanos ali onde estiverem.</p><p>“E assim deve ser em tudo, não apenas no que diz respeito a eleições”, acrescentou.</p><p>A embaixadora de Angola em Portugal, Maria de Jesus Ferreira, ressaltou o facto de a comunidade angolana nesse país europeu ter dado repetidas provas do seu amor a Angola. </p><p>A diplomata disse não haver soluções imediatas para os múltiplos desafios com que se depara a comunidade angolana, mas existe das autoridades total empenho na busca de resoluções, para o bem-estar dos angolanos e um futuro cada vez melhor para Angola.</p><p>Por sua vez, o representante da comunidade angolana residente em Portugal, Manuel Zenza, agradeceu o gesto do Presidente da República ao colocar na sua agenda a necessidade de estabelecer uma interação directa com esta comunidade, com 56 mil angolanos.</p><p>“Com isso, aproveitamos a ocasião para reiterar que o firme propósito da nossa comunidade aqui em Portugal é colaborar e apoiar, incondicionalmente, os esforços e a determinação do Senhor Presidente na manutenção da coesão territorial, da paz, da reconciliação nacional e do bem-estar de todos os angolanos”, salientou.</p><p>Como desafios, Manuel Zenza apontou a necessidade de intervenção directa das instituições do Estado ou das associações comunitárias, sem fins lucrativos, para apoiar estudantes, doentes, cidadãos em situação carcerária e outros.</p><p>Os angolanos também sentem necessidade de espaços socioculturais, onde seja possível promover e desenvolver a cultura nacional, segundo Manuel Zenza.</p>