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Governo
03-05-2023
Fonte: CIPRA
MINISTRO VICTOR FERNANDES
Indústria precisa de capital humano capacitado
<p>A formação e a capacitação técnica do capital humano para o desenvolvimento industrial do país é uma preocupação do Governo, segundo o ministro da Indústria e Comércio, Victor Fernandes.</p><p>“Onde nós devemos nos preocupar para o desenvolvimento industrial, é, em primeiro lugar, na capacitação técnica do nosso capital humano. São jovens, com força e superinteligentes”, disse ao intervir esta terça-feira, 2 de Maio, durante a 9ª edição do CaféCIPRA, subordinada ao tema “O relançamento da indústria e o fomento da empregabilidade”.</p><p>Victor Fernandes advogou a necessidade de criação de escolas técnicas para a formação dos jovens.</p><p>“Em menos de cinco anos, se quisermos, se apostarmos firmemente, teremos uma massa crítica bem formada, capaz de dar resposta ao desenvolvimento industrial”, vaticinou.</p><p>Por outro lado, o ministro assegurou que o país possui condições para o investimento no sector, em termos de infra-estruturas eléctricas e de abastecimento de água potável, como por exemplo os pólos de desenvolvimento industrial.</p><p>“Se um investidor quiser, hoje mesmo, instalar a sua indústria, não é por falta de energia que não a instala. Nós temos localizações neste momento onde o tema da energia e o tema da água estão resolvidos”, declarou.</p><p>Para o ministro, a indústria é o factor decisivo para o desenvolvimento do país, tendo em conta a capacidade de produção e transformação de matérias-primas, e a multiplicação das opções de empregabilidade.</p><p>“Uma indústria pode, com o seu trabalho, com o desenvolvimento do seu negócio criar emprego directo e, nas suas externalidades, emprego indirecto”, frisou.</p><p>Victor Fernandes considerou serem vantagens comparativas o capital humano que o país possui, as infra-estruturas, a posição geográfica e a estabilidade de Angola.</p><p>“Esses são os factores que, na minha opinião, devem relançar o nosso país, torná-lo altamente competitivo e capaz de transformar as vantagens comparativas em vantagens competitivas”, sublinhou.</p>