Saúde
26 Setembro de 2021 | 10h09

MAIS 515 NOVAS INFECÇÕES

COVID-19 mata 99 pessoas em sete dias

As autoridades sanitárias registaram 99 mortes por COVID-19 nos últimos sete dias.

Desde o início da pandemia em Angola, este é o maior registo semanal de mortes por COVID-19. 

As províncias de Luanda, Huíla, Benguela e Cuando Cubango tiveram mais casos de morte e as vítimas foram maioritariamente do sexo masculino. 

Nas últimas 24 horas, 16 cidadãos morreram de COVID-19, sendo oito do sexo masculino e o mesmo número do feminino, de acordo com o boletim epidemiológico da Direcção Nacional de Saúde Pública divulgado este sábado, 25 de Setembro. 

Com idades entre 22 e 80 anos, os óbitos ocorreram em vários pontos do país: oito em Luanda, três nas províncias de Benguela e no Huambo, um em Malanje e um na Huila. 

No mesmo período, foram reportadas 515 novas infecções de COVID-19, dos quais 365 em Luanda, 50 no Uíge, 23 no Cuanza Sul, 18 em Benguela, igual número no Huambo, 16 no Zaire, sete em Cabinda, cinco no Cuanza  Norte e na Huíla, dois nas províncias do Bengo, Malanje e Moxico, um no Cuando Cubango e um no Cunene. 

As idades destes infectados variam de um mês e 89 anos, sendo 251 do sexo masculino e 264 do feminino.

Relativamente ao número de pacientes recuperados da COVID-19, foram notificados 19, na faixa etária de um a 56 anos. Deste grupo, 12 estão na Huila, três no Huambo e Luanda e um no Moxico. 

Nos laboratórios de testagem, 4.013 amostras por RT-PCR foram processadas, elevando para 984.033 o número de diagnósticos realizados. A taxa de positividade subiu para 5.6 por cento.

Com os dados das últimas 24 horas, o quadro epidemiológico passa a ter  54.795 casos positivos, dos quais 1.487 mortes, 47.194 recuperados e 6.114 activos. Entre os activos, 33 estão em estado crítico, 50 graves, 175 moderados, 94 leves e 5.762 assintomáticos.

Nos centros de tratamento da COVID-19 estão internados 352 infectados, 125 encontram-se em quarentena institucional e 3.132 contactos directos de casos positivos sob vigilância epidemiológica.

A equipa de saúde mental e de intervenção psicossocial assistiu 38 pessoas pela linha de apoio psicológico, e o Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) recebeu 93 chamadas para pedidos de informação sobre a COVID-19.