Saúde
16 Setembro de 2020 | 18h09

Mais 130 infecções e três mortes

Aumento da capacidade de testagem eleva casos positivos

Angola identificou130 casos positivos de COVID-19, após a testesgem de mais de mil cidadãos nas últimas 24 horas. Este número de infectados foi o maior registado desde o início da pandemia no país. 

Quanto à proveniência, seis são de Benguela,  um do Cuanza Norte, sete do Huambo, dois do Zaire e 114 de Luanda, detectados nas localidades de Belas, Ingombota, Viana, Maianga, Talatona, Rangel, Kilamba Kiaxi, Cazenga e Samba. As suas idades variam entre um mês e 92 anos, sendo 103 do sexo masculino e 27 do sexo feminino.

Igualmente nas últimas 24 horas, morreram três pessoas da mesma doença, sendo dois homens de 61 e 64 anos, e uma mulher de 92 anos, e ficaram recuperados oito pacientes, segundo o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda, durante o balanço epidemiológico desta terça-feira, 15 de Setembro, em Luanda.

O país soma 3. 569 casos positivos, dos quais 139 óbitos, 1.332 recuperados e 2.098 activos. Dos activos, um está crítico com ventilação mecânica invasiva, 17 graves, 47 moderados, 60 com sintomas leves e 1.169 assintomáticos.

Os centros de tratamento acompanham 438 pacientes em todo o país.

Os laboratórios de testagem processaram, nas últimas 24 horas, 1.417 amostras, das quais 130 positivas. Neste momento, Angola tem um acumulado de 67.347 amostras processadas, das quais 3.569 positivas. 

Franco Mufinda informou que os centros de quarentena institucional notificaram 38 altas nas ultimas 24 horas, das quais 14 na província de Benguela, 10 em Luanda, cinco na Huíla e no Cuando Cubango e quatro em Malanje.

Ainda neste período, o Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) recebeu 91 chamadas, das quais 89 pedidos de informação sobre a COVID-19 e duas denúncias de violação de cerca sanitária.

Os centros de quarentena institucional controlam 711 pessoas e sob vigilância epidemiológica estão 4.937 contactos directos e ocasionais dos casos positivos.

O Gabinete de Saúde de Luanda, através das suas direcções municipais, testou 65 passageiros que estavam em quarentena domiciliar e deste número  um está reactivo a IGG.

De acordo com Franco Mufinda, dos 265
 camionistas que foram testados esta terça-feira na Escola Nacional de Saúde Pública, em Luanda,  21 estão reactivos, sendo 19 a IGG e dois a IGM.