Os Ministros do Interior e da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria de Angola, Eugénio César Laborino e João Ernesto dos Santos, respectivamente, mostraram-se preocupados com a recente subida dos casos da Covid-19 no País, com particular realce para a província de Luanda.
Os Ministros do Interior e da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria de Angola, Eugénio César Laborino e João Ernesto dos Santos, respectivamente, mostraram-se preocupados com a recente subida dos casos da Covid-19 no País, com particular realce para a província de Luanda.
Os dirigentes mostraram esse descontentamento durante o encontro que mantiveram, ao meio da manhã desta segunda-feira, 06 de Julho de 2020, na sala de reuniões do Gabinete do Ministro do Interior.
Acompanhados pelo Secretário de Estado do Interior para o Asseguramento Técnico do Interior, Salvador José Rodrigues, Comandante-Geral da Polícia Nacional, Chefe Estado Maior General das FAA, Chefe das Operações das FAA, Director Geral do SIC e outros membros do conselho consultivo dos dois Ministérios, o encontro serviu para passar em revista questões que têm que ver com o controlo da Covid-19, posicionamento das forças de defesa e segurança no campo de operações, disposições logísticas e de equipamentos a serem empregues nas operações, tratamento adequado ao cidadão de acordo com os normativos legais, bem como as estratégias para se evitar uso da força contra os cidadãos sem a devida necessidade, o controlo da circulação e dos ajuntamentos populacionais, cuidados por parte das forças de defesa e segurança em relação as medidas de biossegurança, considerando que as forças no terreno estão expostas a alguns riscos, independentemente da missão que lhes foi determinada, que é da defesa da legalidade, ordem, tranquilidade públicas e da Pátria.
O estreitamento da cooperação entre os dois órgãos que concorrem na defesa e segurança nacional, melhor coordenação no teatro das operações e a gestão das forças nas patrulhas integradas mereceram, também, uma abordagem profunda por parte das duas Delegações.
Para os dois dirigentes, o incumprimento das medidas de segurança por parte dos cidadãos, bem como de outras obrigações constantes do Decreto Presidencial sobre a situação de calamidade pública deve merecer a atenção de todos os angolanos, pois, consideram, o actual quadro em nada contribui na prevenção contra a pandemia da COVID-19.