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Saúde

COVID-19 causa mais uma morte

Angola registou uma morte, 10 recuperados e oito novos casos positivos de COVID-19 nas últimas 24 horas.


A vítima mortal é uma cidadã angolana de 24 anos, que se apresentou com um quadro neurológico e problemas respiratórios agravados pela COVID-19.



Com este registo, sobe para 11 o número de óbitos por COVID-19 no país.



Os cidadãos recuperados são agora 93, incluindo os 10 que ficaram livres da doença neste domingo, e os casos positivos 267, com a integração dos oito novos infectados na estatística geral.



Segundo o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda, no ponto informativo deste domingo, 28, a província Luanda tem 173 pacientes activos, seis dos quais com um quadro clínico crítico e nos cuidados intensivos.



No grupo dos novos infectados, seis são do sexo feminino e dois do sexo masculino, com idades entre os três aos 67 anos.



Ainda entre eles, seis são contactos directos de casos positivos diagnosticados na clínica Endiama, e dois sem vínculo epidemiológico conhecido.



Neste momento, existe no país 199 casos de transmissão local e 33 de contaminação desconhecida.



Franco Mufinda disse que um grupo técnico está a elaborar as árvores epidemiológicas de transmissão, para poder estabelecer a relação entre os casos, enquanto decorre o estudo serológico dos conglomerados e o rastreio de pacientes com doenças respiratórias agudas nos centros sentinelas.



Sobre a situação laboratorial, foram colhidas 24.603 amostras, processadas 267 positivas e 18.617 negativas.



Em quarentena institucional estão 1.090 pessoas e 132 regressaram ao convívio familiar. Os casos suspeitos sob investigação são 515 e os contatos directos e ocasionais dos casos positivos 2.215.



O Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) recebeu 63 chamadas, das quais duas denúncias de casos suspeitos e 61 pedidos de informação sobre a COVID-19.



As formações aos profissionais de saúde continuam a nível do país, assim como a distribuição de material de biossegurança às unidades hospitalares de referência.



O secretário de Estado alertou, mais uma vez, que a situação epidemiológica do país inspira cuidados redobrados de todos os angolanos, quer a título individual, quer colectivo, razão pela qual não devem negligenciar as medidas de prevenção e combate à COVID-19.