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Corpo diplomático elogia posições angolanas para paz mundial

O corpo diplomático acreditado em Angola apoiou nesta sexta-feira, 18, em Luanda, as autoridades angolanas pelas posições em prol da paz mundial e da democracia, bem como na condenação do racismo, xenofobia e outro tipo de discriminação.

O decano dos embaixadores acreditados em Angola e chefe da missão diplomática da Palestina, Najah Abdul Rahman, disse que Angola é factor de estabilidade em África e no mundo.


 


O palestiano, que discursava na cerimónia de cumprimentos de ano novo do corpo diplomático ao Presidente da República, João Lourenço, enalteceu o papel angolano no alcance da paz na África Austral, na Comunidade Económica de Estados (CEAC) e na região dos Grandes Lagos.


 


Salientou a importância do reforço dos laços entre os diferentes povos e países com base no respeito da soberania e da independência, no interesse de uma cooperação mutuamente vantajosa.


 


Disse que o corpo diplomático valoriza os esforços do Chefe de Estado para a consolidação da paz e reconciliação nacional, como pré-requisitos fundamentais para o desenvolvimento e modernização de Angola.


 


Os diplomatas apoiam a determinação do Executivo angolano em enfrentar os novos desafios, especialmente na batalha contra a corrupção, impunidade e a realização de reformas indispensáveis para assegurar o desenvolvimento económico e social, aprofundar a democracia, diversificar a economia e impulsionar um ambiente favorável aos negócios - afirmou.


 


Agradeceu a posição angolana que inclui o direito do povo palestiniano de criar o seu próprio Estado, vivendo em paz e harmonia com Israel em respeito às resoluções do Conselho de Segurança da ONU.


 


O embaixador da Palestina disse querer relações bilaterais sólidas, com o envolvimento  do empresariado para a efectivação de uma cooperação benéfica para os dois povos e países.


 


Por sua vez, os embaixadores do Brasil, Paulino de Carvalho Neto, de Israel, Oren Rozenbblat, e da China, Cui Aimin, em declarações à imprensa, reafirmaram o interesse de reforçar a cooperação com Angola e contribuir para a diversificação da economia.