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Comandante-Em-Chefe reafirma propósito de apetrechamento das FAA

O Presidente da República e Comandante-Em-Chefe das Forças Armadas Angolanas, João Lourenço, reafirmou o propósito do Governo em continuar a apetrechá-las com meios técnicos e equipamentos modernos as Forças Armadas Angolanas (FAA), no quad... Ver mais


Este objectivo do Governo vem expresso na mensagem de felicitações do Comandante-Em-Chefe, por ocasião do vigésimo oitavo aniversário das Forças Armadas Angolanas assinalado esta quarta-feira, 9. 



Na mensagem, João Lourenço garante que a formação de especialistas a todos os níveis, o melhoramento das condições de vida e de trabalho dos quadros de comando e chefia e das tropas em geral vão igualmente continuar no centro das prioridades dos órgãos competentes.



Aproveitando a ocasião, o Presidente da República rendeu “uma profunda homenagem de respeito, admiração e apreço a todos os militares que, ao serviço das FAA, deram o melhor de si, consentindo sacrifícios, muitos dos quais da própria vida, pela causa dos valores mais nobres do Povo Angolano”.



“Reitero nesta data as minhas vivas felicitações aos bravos militares e trabalhadores civis das Forças Armadas Angolanas, augurando muita saúde e firmeza, com a plena certeza de que saberão honrar a confiança depositada, mantendo-se permanentemente à altura da missão que lhes foi incumbida pois, a Pátria, aos seus filhos não implora, ordena!”



Para o Presidente da República, a data se enquadra nos anais da história angolana recente, como expressão mais alta da determinação do povo na luta pela paz, unidade e reconciliação nacional.



João Lourenço lembrou que as FAA foram criadas nos primórdios da década de noventa, altura em que o contexto geopolítico internacional era marcado pelos resquícios da Guerra Fria, entre as grandes potências mundiais e pelo emergir de novos actores.



As Forças Armadas Angolanas, referiu ainda, foram capazes de ultrapassar momentos de crise e de profunda desconfiança entre as partes signatárias dos Acordos de Paz, reorganizando a sua estrutura e sistema de forças com a celeridade que se impunham, adaptando-as às difíceis circunstâncias que o país então vivia.



“Graças ao heroísmo, firmeza e determinação dos nossos bravos combatentes, muitos dos quais tombaram nas frentes de combate na defesa dos superiores interesses da nação angolana, esta grande batalha pela Paz e o Progresso Social foi vencida e hoje as nossas Forças Armadas constituem, por mérito próprio, um orgulho para todo o nosso Povo, de Cabinda ao Cunene”, ressaltou.



Pela trajectória percorrida, o Comandante em Chefe entende que “os nossos militares representam, nos tempos actuais, a expressão mais sublime da verdadeira unidade e reconciliação nacional onde todas as diferenças se esbatem”.



Os novos desafios das FAA, segundo João Lourenço, são fundamentalmente as operações de manutenção da paz e de apoio humanitário às populações carentes, sem desprimor pela garantia da defesa da integridade do solo pátrio contra potenciais riscos e ameaças.